Zema Ribeiro

DOSES DE CHORO E RISO. NA MEDIDA.

Antes de passar à história propriamente dita, devo dizer umas duas coisas. Primeiro, que esta é mais uma história que conto de ouvido aqui no Boteco do Tulípio, pois não estava lá quando a mesma se deu – no entanto a coisa não descamba para o tão propagado jornalismo de ficção praticado no Maranhão, pois isto não é jornalismo (e fica aqui um aviso).

Um Causinho de AlĂ´ Brasil

Entre as inúmeras histórias que já ouvimos sobre Cristóvão Colombo da Silva, mais conhecido pela alcunha de Alô Brasil, escolhemos a que segue, que nos foi contada da última vez em que topamos com o também compositor Cesar Teixeira.

A CAMINHO DA ZONA

A história que conto aqui, não presenciei. Ouvi e nem mesmo sei se aconteceu, mas acabou virando folclore. Não se deu num bar, mas a caminho de um complexo “barzístico”, digamos assim, a zona, para ser mais exato. Ao menos é o que reza a lenda – verídica, quiçá. E é sempre uma boa pedida, numa mesa de boteco, risos ao final da quase-piada garantidos.

BOTECO - UM PEDAÇO DE PARAÍSO

Era domingo à noite e milagrosamente, o bar não estava “cheio de bêbados que acumulavam garrafas sob a mesa desde a manhã”. Um pagode tocava baixinho nas caixas de som e uma única mesa reunia músicos, cujos instrumentos se amontoavam nos cases sobre outra mesa ao lado – soubemos depois que já havia acontecido uma roda de samba ao vivo.