Discos que a gente ouve

Mulato

É triste, mas possivelmente você terá imensa dificuldade em encontrar essa gravação. Se é que vai conseguir. Sérgio Santos é um sambista dos mais refinados.

Chorando as Pitangas

Nos idos de 2001 lancei “Eu, Estudante. Minha Vida no Estágio”. Fiz questão de fazê-lo num bar e no dia em que Vitor Lopes se apresentava. Foi, claro, mais uma noite de choro da melhor qualidade. Desde então o tenho visto se apresentando em diversos lugares, sempre com sua inconfundível técnica e sonoridade.

Quando o Céu Clarear

Eu já achava o primeiro (O Samba é Meu Dom) bom pra cacete. Mas “Quando o Céu Clarear”, novo CD da Fabiana Cozza, é de foder. É, incrivelmente, tudo melhor. Os arranjos, a qualidade do som e, principalmente, a própria Fabiana que conseguiu se superar e está cantando ainda melhor. E olha que estou comparando com o primeiro disco que já era ótimo.

Entidades I

Wilson Moreira

Você já deve estar cansado de ouvir que o samba tem influências do batuque, do jongo, da congada, do calango etc etc etc. Mas, e quantas vezes você ouviu um batuque, um jongo, uma congada, um calango etc etc etc.

01 Byte 10 Cordas

Hamilton de Holanda

Como se o cara já não tocasse obtusamente bem com as oito* cordas tradicionalmente presentes em seu instrumento, Hamilton de Holanda resolveu, lá pros idos de 2000, introduzir duas mais em seu bandolim. Isso poderia ser apenas uma idiossincrasia qualquer, um jogo de marketing, uma frescura à toa. Não é!

34 Anos de Música

Xote, xaxado, baião, choro, samba... o cara compõem de tudo. E o que é mais impressionante: bem pra caramba em todos os gêneros. Ibys Maceioh é famosíssimo na noite paulistana. Quer dizer, naqueles bares que nos anos 80 e 90 investiram em MPB de qualidade.

Pelo Retrovisor

À, cada vez mais difícil, procura de um lugar onde se possa ouvir um samba, uma MPB, um choro bacana, estava eu certa noite passada. Porra. É só uma música ao vivo que a gente quer. Como era mais fácil antigamente.