Texto Convidado

Moacyr Luz

Acompanhando a tendência mundial de crises, depressões e outros arredores da mente humana, também tenho minhas ações em baixa, minhas taras, meus fetiches.
Entre tulipas de cliper e nadir figueiredo resolvi confessar o mais latente: - sou fanático  por dono de bar mal humorado. Babo na gravata!

(Clique em "leia mais" para ver como continua...)

Mário Prata

Um minuto, por favor

Ele não estava completamente embriagado. Mas caminhava a passos e copos largos para tanto. E conseguiu, num passo alto, subir em cima da mesa do barzinho ali da Vila Madalena. E se equilibrou numa boa com o copo de uísque na mão.

– Pessoal, pessoal, por favor. Um minuto de silêncio. Um minutinho só.

Conseguiu colocar o copo na mesa num esforço sóbrio. Bateu palmas.

Ignácio de Loyola Brandão

O elegante Bar do Pedro, onde nos formamos

Olhando para trás me lembro de uma coisa curiosa. Nunca vi meu pai em um bar. Nunca soube se por religião, princípio, ou porque achava tolice, perda de tempo, ouvir conversa de bêbado.

Aldir Blanc

Ajuste Fiscal

Baiano, nosso ministro sem pasta  pra sacanagem, deu o alerta:
- Frozô vai aparecer com material novo no pedaço.

Fausto Wolff

Love is a many splendor thing!

Onara era um japonês diferente. Para começar veio para o Rio e não São Paulo e, com seu faro, se fosse para a capital dos caçadores de esmeraldas (é, né?) teria dado preferência a um dos melhores botecos do mundo, o Bar do Léo.